quinta-feira, 26 de março de 2009

A industria do software. Questões éticas e legais



Software Livre X Software Proprietário

De acordo com a Wikipédia, um software é considerado como livre quando atende aos quatro tipos de liberdade para os usuários do software definidas pela Free Software Foundation, que são:

  • A liberdade para executar o programa, para qualquer propósito (liberdade nº 0);
  • A liberdade de estudar como o programa funciona, e adaptá-lo para as suas necessidades (liberdade nº 1). Acesso ao código-fonte é um pré-requisito para esta liberdade;
  • A liberdade de redistribuir cópias de modo que você possa ajudar ao seu próximo (liberdade nº 2);
  • A liberdade de aperfeiçoar o programa, e liberar os seus aperfeiçoamentos, de modo que toda a comunidade se beneficie (liberdade nº 3). Acesso ao código-fonte é um pré-requisito para esta liberdade;
Conforme as liberdades nº1 e nº 3, é fundamental acesso ao código-fonte, embora não seja um pré-requisito, pois a comunidade de software livre faz distinção entre software Proprietário e Comercial: este é criado visando o lucro da empresa que o criou, aquele também visa o lucro da empresa desenvolvedora, mas tem distribuição restringida ou limitada de alguma forma. Vale lembrar que existem softwares comerciais for linux, assim como existem softwares livres for windows. Portanto, a comunidade que apóia e desenvolve o software livre é contra a restrição para redistribuição e modificação de software. No entanto, essa definição é confusa, pois os softwares comerciais também necessitam de licença para serem utilizados. e seus respectivos códigos-fonte também não são de domínio público.
Tentarei esclarecer com um exemplo: o popular browser Opera, possui versões for linux e for windows. Ainda que seja um software proprietário, de código-fonte protegido, qualquer pessoa pode obter a versão completa do programa no site do fabricante. Portanto, não há restrição à redistribuição, ainda que nenhuma modificação possa ser feita no programa. Já o MS-Windows, por exemplo, é um software proprietário por ser impossível baixar no site da Microsoft uma versão que esteja sendo comercializada. Só se pode ter acesso, legalmente, comprando nas lojas. Entendo que essa seja a maior crítica dos adeptos de software livre, essa "prisão" na redistribuição, no acesso ao software.





Fontes:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Software_livre
http://pt.wikipedia.org/wiki/Software_comercial
http://pt.wikipedia.org/wiki/Software_propriet%C3%A1rio

quarta-feira, 25 de março de 2009

A industria do software. Questões éticas e legais
Dilema?


DE ACORDO com o Wikipédia, direito autoral é uma denominação usualmente utilizada em referência ao rol de direitos outorgados ao(s) autor(es) de obras intelectuais (literárias, artísticas ou científicas). Neste rol encontram-se dispostos direitos de diferentes naturezas. Como exemplo, temos o direito moral, que se refere aos direitos concedidos pela Lei aos autores, em que não se pode ser objeto de renúncia. Além do mais, extintos ou não os direitos patrimoniais, o autor pode reivindicar os direitos morais durante toda a sua vida.

Já a BSA (Software Business Alliance), diz que “a pirataria de software é a cópia ou distribuição não-autorizada de software protegido por direito autoral. Isso pode ser feito por cópia, download, compartilhamento, venda ou instalação de várias cópias em computadores pessoais ou de trabalho. O que muitas pessoas não percebem ou não param para pensar é que ao comprar um software, você está, na verdade, comprando uma licença para usá-lo e não o software propriamente dito. É essa licença que estabelece quantas vezes você pode instalar o software e, por isso, é importante lê-la. Se você fizer mais cópias do software do que a licença autoriza, isso caracterizará pirataria.”


Muitas pessoas, na verdade a maioria delas, possui em casa um software pirata, geralmente o próprio sistema operacional. Isso gera muitos custos para o proprietário e para a sociedade, já que há impostos envolvidos. No entanto, podemos supor que a tamanha facilidade com que encontramos tais produtos não seja mais do que uma jogada de marketing das empresas detentoras dos direitos de autor. O mercado dessas empresas são outras empresas, não pessoas físicas, que pagam pouco, e ainda à prazo...

Tome como exemplo o SO mais famoso da Microsoft, o Windows XP. Este é o SO que o “técnico” que você contrata coloca em sua máquina recém-comprada, porque você fez um curso de informática, promovido pelo governo, em tal sistema. Você coloca no seu currículo que fez tal curso. Uma empresa o contrata. Visto que você e seus 500 colegas só aprenderam a usar o XP, a empresa precisa usar o sistema cabível. Assim, empresas pagam milhões para ter o software milagroso da pequena empresa de Bill Gates.

Ficamos, portanto, em dúvida se seguimos nosso conceito de moral, ou o das empresas que fazem uso deste artifício para angariar contratantes.


Fonte: BSA Brasil;

Wikipedia 1, 2

Direitos da imagem: Wikipedia

A indústria do software. Questões éticas e legais.-Software livre pode acabar com a pirataria?


Quando falamos a respeito do fim da pirataria com o uso do software livre a primeira questão que fazemos é: Por que acabaria? Seria por que o software livre é gratuito? Pois fiquem sabendo que se engana quem pensa assim. O software livre não é totalmente gratuito. O usuário pode adquiri-lo gratuitamente e até ter acesso ao seu código fonte, contudo nenhum software sobrevive sem manutenção. É com o suporte que o desenvolverdor de software livre sobrevive. Todo software tem seus maus momentos e é quando isso acontece que o desenvolvedor auxilia.

No caso do usuário ter conhecimento sobre programação ele pode auxiliar no suporte, caso contrário é bom que ele auxilie financeiramente os desenvolvedores. Infelizmente no mundo moderno nada funciona sem dinheiro. Se ele não ajudar é bem possível que a empresa que dá suporte venha a falir. O resultado disso é que ele vai ficar sem a manutenção do seu software e este, vai se tornar obsoleto. Se esse software estava auxiliando o funcionamento de alguma empresa esta vai sofrer sérias perdas por que não investiu nos desenvolvedores.

Continuando a responder a nossa pergunta chegamos a uma outra indagação: o uso de software proprietário sem licença infelizmente tornou-se uma moda. Raríssimos são os usuários que compram suas licenças de uso. Um costume não cortado pela raiz é difícil de ser derrubado principalmente em lugares como o Brasil. O modismo o comodismo e a velha indagação de “não tenho dinheiro para comprá-lo” são grandes barreiras para o fim da pirataria. É possível que ela venha a reduzir com o uso de alternativas como o software livre, contudo é importante lembrar que nada nesse mundo é de graça a menos que você mesmo o faça.

Fontes: Comp-l

http://br-linux.org/2009/pirataria-e-software-livre/

Wikipedia

terça-feira, 24 de março de 2009

A industria do software. Questões éticas e legais
Software Livre vs Software Proprietário


Software proprietário (ou software não livre) é qualquer software cujo o desenvolvedor restringe a sua cópia, distribuição ou qualquer modifcação no software. Sua utilização acontece mediante autorização do proprietário ou aquisição de uma licença, sendo essa, muitas vezes, de custo exorbitante. Já o software livre pode ser copiado, modificado, redistribuido sem restrições. Usualmente, o software livre é distribuido anexado a ele uma licença de software livre, disponibilizando o seu código fonte ao usuário, permitindo a modificação do software de acordo com as suas necessidades.
Apesar de serem definidos como softwares livres, existe direito autoral sobre esses softwares, porém o autor permite que ele seja de distribuição gratuita, dando maior autonomia ao usuário de utilizar o software como quiser. Nos softwares proprietários, os direitos autorais são mais restritos, o usuário não tem permissão para modificá-lo por vontade própria, podendo responder processo se o fizer, cometendo uma atitude anti-ética.
Atualmente sabemos que a pirataria é um problema que vem sendo muito difícil de se combater, além de ser muito delicado definir uma prática de pirataria de software, uma vez que, cada pessoa tem uma forma de pensar sobre o assunto. Embora haja definição de pirataria, algumas atitudes que se enquadram na definição deveriam ser repensadas para os mais variados casos, citando um exemplo, uma empresa que necessita de um software em suas máquinas, não defino pirataria se o dono comprar um software, juntamente com sua licensa, e instalá-lo em todas as máquinas.



Fontes:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Software_propriet%C3%A1rio
http://pt.wikipedia.org/wiki/Software_livre
https://aicoura.wikispaces.com/Software+Livre+vs+Software+Propriet%C3%A1rio