Desde seus primórdios as noções de moral e ética se confundem. O primeiro passo considerável para a delimitação antológica distinta pode ter sido dado pelos filósofos Marx e Engels.
Ambos viam a ética e a moral (“para eles a ética era derivativa da moral”) como sendo um instrumento de propagação dos princípios da burguesia. Por essa razão Marx tinha certa aversão ao termo “ética” já que os valores burgueses iam contra os princípios plurais pregados pelo socialismo. Assim, Marx não utilizava os termos ética e moral em seus textos amenos quando ia criticá-los.
O que Marx não percebeu foi que a sua critica a moral burguesa traria a tona a necessidade de uma nova moral onde os interesses plurais coincidissem com os interesses individuais. Isso foi percebido por Engels. Para ele uma sociedade de classes (existente até então) era dotada de várias morais (já que cada classe possuía uma). Ele acreditava que com o desenrolar da evolução da sociedade (que acabaria no socialismo) a moral do proletariado, por ser mais evoluída, iria sobrepor se à moral burguesa. Assim seria possível uma generalização já que “no socialismo a moral de cada um seria a moral de todos”. E por fim, para ele, o conjunto de reflexões sobre esses valores morais (de todos) viria a constituir a ética.
Referências: http://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%89tica
www.efdeports.com
http://www.ufrgs.br/bioetica/etica.htm
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